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As companhias aéreas e marítimas têm suas próprias políticas quanto ao excesso de bagagem e a diferença costuma ser cobrada do passageiro. Isso vale tanto para viagens nacionais quanto internacionais.

As taxas para excesso de bagagem geralmente custam 1% do valor do bilhete não-promocional. Em voos regionais, nos aviões de pequeno porte, chega a 2% da tarifa e, em aviões maiores, 1% do valor. Nos voos internacionais, varia de acordo com o país de destino. Se for em voos domésticos, o passageiro pode carregar consigo, na cabine de passageiros, objetos como bolsa de mão, maleta ou equipamento com peso máximo de cinco quilos e dimensões de até 115 centímetros. Outra condição é que o objeto caiba embaixo do assento ou nos compartimentos que ficam acima das poltronas. Tratam-se de medidas de segurança adotadas pelas companhias aéreas para não ameaçar o voo e não incomodar demais passageiros.

Se você vai voltar para o Brasil com um volume maior de compras, veja se não é mais vantajoso despachar parte dos pertences pelo sistema de encomenda aérea ou marítima, ao invés de pagar excesso de bagagem. Afinal, o peso extra de sua mala, além de incomodar a quem carrega, pode custar caro.

Outra recomendação é que seja criterioso ao máximo na hora de escolher o que levar e o que pretende comprar durante a viagem.

A legislação que cuida do transporte aéreo de passageiros estabelece que a companhia aérea, no momento do check-in, entregue o comprovante da bagagem embarcada, com indicação dos pontos de partida e do destino e o número da etiqueta, quantidade, peso e valor declarado dos volumes. Você deve guardar esse recibo com cuidado,
porque funciona como prova de contrato do transporte da bagagem e pode precisar desse papel para reclamar algum extravio ou mesmo para deixar a sala de desembarque, pois um fiscal checará se está levando corretamente seus pertences ou se pegou trocado por descuido ou engano.

Uma vez que a bagagem de mão está sob os cuidados do passageiro, a companhia aérea não se responsabiliza por danos, a não ser se ficar provado prejuízo causado por funcionário da empresa.

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